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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Marco em Viseu



Relembro que hoje e amanhã, o Marco vai estar em Viseu com a peça "The pillowman", no teatro Viriato às 21h30.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Marco d'Almeida nas revistas

Artigo sobre a peça "The Pillowman"

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

"The PillowMan" em Viseu



"The Pillowman"
O realizador do êxito cinematográfico Coisa Ruim, Tiago Guedes estreia-se no teatro, como encenador da peça The Pillowman, da autoria de Martin Mcdonagh, um dos nomes mais promissores da dramaturgia britânica. Trata-se de uma peça que fala da arte, dos limites da arte, da responsabilidade artística, da liberdade de expressão e da importância de a arte superar a própria vida.Com um elenco que reúne o talento de quatro actores conhecidos do pequeno ecrã, The Pillowman é, segundo Tiago Guedes «um drama vestido de comédia negra ou uma comédia negra vestida de drama». The Pillowman, elogiado pela virtuosa direcção do elenco, conta a história onde os infanticídios ficcionados por um escritor o levam, com o irmão deficiente a ser interrogado por polícias brutais, acerca da materialização da sua imaginação sádica no assassínio de três crianças. A abertura de matrioskas que marca o ritmo da peça revelará um mundo onde realidade e ficção inquietantemente se confundem.(...)

Teatro Viriato
dias 28 e 29 de Setembro às 21h30m.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Teatro - "The Pillowman" no Porto

ATENÇÃO PESSOAL DO PORTO!!!!




Segundo a revista TV7 Dias, a peça "Pillowman" vai estar em cena no Porto, de 1 de Setembro a 16 de Setembro, com o nosso Marco.

Teatro Nacional S.João

Horário:Terça-feira a Sábado 21:30; Domingo 16:00




O actor Albano Jerónimo vai ser substituído pelo actor Nuno Lopes.

30-08-2007
PS:Verificando o site do Teatro S. João, de facto a data é de 7 de Setembro a 16 de Setembro, obrigado pela rectificação.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Peça Teatral "The Pillowman"




A peça tem origem numa das histórias de Katurian que retrata uma simpática personagem feita de almofadas que encorajava as crianças a suicidarem-se para não viverem vidas terríveis. O seu poder criativo é posto em causa num regime totalitário sob o qual vive.

"Um bocadinho diferente..."





A arte de contar uma história a uma criança não é apenas uma forma de as distrair. É dar-lhe algumas ferramentas para que a sua imaginação e o seu intelecto se possam desenvolver. É através dessas histórias que se criam valores e morais, aos quais a criança se vai agarrar durante a sua vida.

Posto isto, The Pillow Man é uma história sobre várias histórias. Todas ligadas de certa maneira e que seguem um "tema" central. Em todas elas há uma criança magoada, que sofreu mais do que devia. Não sendo uma peça fácil de assistir, The Pillow Man lança-se no vasto mundo das histórias, dos seus propósitos, das responsabilidades que lhes podem ser imputadas e a quem as escreve. Será um escritor responsável por aquilo que as suas obras vão desencadear nas pessoas? Terá que responder a alguém por escrever coisas que nunca deveriam ser postas em prática? Perguntas que surgem durante esta densa viagem, num dia da vida de Katurian K. Katurian.

A complexidade das questões que este teatro aborda deixam-nos a pensar durante bastante tempo. Acorda-nos para algumas realidades que não conseguimos deixar para trás. De certa forma The Pillow Man é uma lição, não de vida, mas, para a vida. Mais do que isso, acorda em nós horizontes que nos fazem perceber o mundo de uma nova forma. Afinal de contas, como sabemos se a América é grande? Apenas porque nos dizem, como sabemos sequer que a América existe? Apenas porque nos dizem que existe. Passemos então à acção, partamos à descoberta dessas coisas que conhecemos apenas das histórias.
O sadismo e a perversidade são também temas abordados em The Pillow Man, acabando nós próprios por nos sentirmos algo culpados quando nos rimos de algumas das situações negras que se passam em palco. É um mundo perverso este dos que se riem do mal, é um mundo perverso, este em que as histórias matam, seria um mundo perverso, este, se nos privassem de obras como esta. De uma tensão angustiante, esta peça polémica, não é sobre depravações humanas, não quer tomar posições políticas e, definitivamente, não é uma história de embalar. Mas, de uma forma estranha e retorcida, acaba por ser tudo isso.




Marco d'Almeida, Albano Jerónimo, Gonçalo Waddington, João Pedro Vaz.